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Minicurso leva capacitação a servidores do Semae para prevenção e enfrentamento ao assédio

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O enfrentamento ao assédio na administração pública, em Mogi das Cruzes, segue avançando à medida que novas iniciativas são criadas para transformar o ambiente corporativo em local de respeito e empatia. Nesta quinta-feira (29/01), a Prefeitura realizou o segundo encontro de capacitação dos servidores municipais para essa nova política de orientação e prevenção ao assédio moral e sexual e à discriminação. Desta vez, para colaboradores do Semae.

O encontro, realizado no auditório da Estação de Tratamento de Água (ETA) Leste, ocorreu na sequência do lançamento do Guia Lilás (leia mais abaixo), apresentado oficialmente na quarta-feira, pela prefeita Mara Bertaiolli. O minicurso é ministrado pela secretária municipal da Mulher, Lívia Bolina.

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O diretor-geral do Semae, José Luiz Furtado, abriu o evento citando a importância das denúncias. “Em casos de assédio, é importante formalizar uma denúncia e não apenas fazer relatos anônimos. Como diz a campanha da Prefeitura, numa frase impactante: você (servidora) não está sozinha, nem sozinho. É preciso falar sobre isso”.

Lívia Bolina destacou a parceria para realização do evento. “Fico muito contente com o fato de o Semae sempre participar das iniciativas da Secretaria da Mulher. Isso mostra uma visão humanizada para com a equipe”, afirmou a secretária.

Ela enfatizou ainda o estabelecimento de limites como uma das principais formas de prevenir o assédio. “Temos de entender que somos nós que devemos colocar o limite de todas as coisas, ao demonstrar, por exemplo, quando eu não quero um abraço”.

Embora as mulheres sejam as principais vítimas de assédio moral e/ou sexual, Lívia Bolina esclarece que a iniciativa do município é direcionada a todos os públicos.

“Não estamos falando apenas para as mulheres e sobre as mulheres. Nosso encontro é para falar de pessoas e suas relações de trabalho. É por que isso é importante? Porque um ambiente de trabalho hostil e que nos incomoda, nos humilha e nos despreza, reduz nosso rendimento e impacta nossa capacidade física e emocional”.

O minicurso seguiu com outros exemplos de situações que prejudicam o ambiente de trabalho e a qualidade do serviço prestado à população, atingindo principalmente mulheres, pessoas negras, pessoas com deficiência e população LGBTQIAPN+.

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